Cyber Target — Inteligência em fraudes, cibersegurança, vazamentos, LGPD e lavagem de dinheiro
Radar global de fraudes, golpes, phishing, ransomware, vazamentos de dados, sanções da LGPD/GDPR e lavagem de dinheiro com foco em Brasil e EUA, mais América Latina, Europa e Ásia: incidentes, regulação por país, crimes e penas, players do mercado, M&A e gráficos, com a fonte de cada número.
Radar de incidentes cibernéticos
- — Binance sofre roubo de cripto de ~US$ 6,3 bi atribuído à Coreia do Norte · ~US$ 6,3 bi. Laptop de engenheiro de DevOps comprometido pelo TraderTraitor; ~US$ 3 bi congelados. Pode ser o maior roubo de cripto da história. ↗
- — Polymarket perde mais de US$ 2,1 mi com wallet drainer via DebugBear · > US$ 2,1 mi. Código malicioso inserido pelo fornecedor terceiro DebugBear drenou carteiras de usuários do mercado de previsões. ↗
- — Burger King Japan expõe 11 milhões de registros. O caso foi citado pelo The Record entre a série de incidentes que atingiu empresas japonesas em 2026. ↗
- — Brasscom: investimento em cibersegurança no Brasil deve chegar a R$ 25,6 bi em 2026 · R$ 25,6 bi (2026). Foram R$ 22,2 bi em 2025, com projeção de R$ 38,2 bi em 2029; a cibersegurança ainda é só 6,4% do orçamento de TI, ante 8–12% lá fora. ↗
- — Sony Network Communications: violação no provedor So-net expõe 2,6 milhões de registros. O provedor de internet japonês do grupo Sony confirmou a exposição de 2,6 milhões de registros. ↗
- — Japan Airlines alerta para violação via Amadeus que atinge 92 mil clientes. A violação em sistema de terceiro expôs cerca de 92 mil clientes, cerca de 2 mil deles com dados de passaporte. ↗
- — Bélgica: ciberataque suspende o MyMinfin às vésperas do prazo fiscal. O FPS Finance suspendeu o portal tributário após o ataque; não havia indício de vazamento de dados. ↗
- — Universidade de Copenhague: violação atinge 525 mil pessoas. A universidade dinamarquesa comunicou violação com dados de 525 mil pessoas. ↗
- — Ransomware em hospital do Novo México desvia ambulâncias e cancela cirurgias. O ataque do grupo BYOD ao University of New Mexico Health Sciences Center interrompeu o atendimento. ↗
- — Rússia: ciberataque fecha lojas da rede Poryadok por cinco dias · 48 lojas; 5 dias offline. A rede de utilidades domésticas, com 48 lojas, ficou cinco dias offline após o ataque. ↗
- — Capcom: violação expõe 11,7 milhões de contas. A desenvolvedora japonesa de games teve 11,7 milhões de registros de contas Capcom ID expostos. ↗
- — Quest Diagnostics: invasão do sistema Quanum LSM atinge dados de pacientes. A rede de laboratórios confirmou a intrusão; o número de pacientes afetados ainda está em apuração. ↗
- — Rússia: hospedagem FirstVDS sofre ataque via falha no VMmanager 6. Atacantes exploraram uma falha no VMmanager 6 e roubaram credenciais do provedor de nuvem. ↗
- — Ciberataque à Ahold Delhaize derruba sistemas e para e-commerce. O grupo de supermercados desligou sistemas nos EUA e na Europa; até a reportagem, não havia evidência de roubo de dados. ↗
- — ASOS notifica clientes sobre violação de dados pelo aplicativo. A varejista online britânica avisou clientes sobre a violação; o número de afetados não foi informado. ↗
- — Dinamarca: violação no registro populacional CPR atinge 8,8 milhões. O incidente no registro civil dinamarquês envolve dados de 8,8 milhões de pessoas, mais que a população atual do país. ↗
- — Pentágono: violação afeta mais de 3 milhões de pessoas · > 3 mi de pessoas. O Departamento de Defesa dos EUA teve violação com mais de 3 milhões de pessoas afetadas, segundo listagem da Help Net Security. ↗
- — Polônia: SQL injection em software médico da Qbusoft expõe pacientes. Atacantes exploraram SQL injection no software médico para acessar dados de pacientes. ↗
- — Japão: falha no Gyazo, da Helpfeel, expõe 23,6 milhões de usuários. A exploração de uma falha na ferramenta de captura de tela atingiu dados de 23,6 milhões de usuários. ↗
- — CenterPoint Energy investiga violação após alegação de hacker. A distribuidora de energia americana apura uma violação reivindicada por um hacker; o alcance não foi informado. ↗
- — Revolut confirma violação de dados de clientes. A fintech, com operação no Reino Unido e na UE, comunicou violação; o número de afetados não foi informado. ↗
- — IDScan.net: vazamento expõe 153 milhões de carteiras de motorista. A empresa de verificação de identidade expôs dados de 153 milhões de carteiras de motorista. ↗
- — Trezor: violação em parceiro de envio alimenta ataques de phishing. Dados vazados de um parceiro logístico da fabricante de carteiras cripto passaram a ser usados em phishing contra clientes. ↗
- — Austrália: falha no Metabase expõe mais de 1 milhão de alunos e pais na Mathspace · > 1 mi de pessoas. A edtech australiana teve dados expostos por uma vulnerabilidade na ferramenta de análise Metabase. ↗
- — Thomson Reuters revela violação que expôs registros judiciais dos EUA e Canadá. A empresa de informação jurídica confirmou a exposição de registros de tribunais nos dois países. ↗
- — Ransomware Rhysida rouba dados da rede do governo de Berlim. O grupo Rhysida extraiu dados da rede administrativa do estado de Berlim e usa o material para extorsão. ↗
- — McKesson: ShinyHunters alega roubo de 284 milhões de registros de pacientes · 284 mi de registros (alegado). O número de 284 milhões é alegação do grupo criminoso e não foi confirmado pela empresa de saúde. ↗
- — Manchester Airports Group: violação atinge 'milhões' de clientes · milhões de clientes. O grupo aeroportuário britânico informou violação com dados de milhões de clientes, sem número exato. ↗
- — Carteira cripto SafePal expõe dados de pedidos de 39.798 clientes. A violação atingiu informações de pedidos de clientes da carteira de hardware. ↗
- — França: violação na autoridade fiscal DGFiP atinge 678 mil pessoas. A Direção-Geral de Finanças Públicas confirmou a exposição de dados de 678 mil contribuintes. ↗
Artigos e dicas de segurança
- Golpe do Pix em números: por que o MED devolve só 8,9% do roubado — Dados do Banco Central mostram R$ 24,5 bi roubados via Pix desde 2022 e só 8,9% devolvidos. Entenda o MED 2.0 e veja como se proteger dos golpes.
- Fraude nos EUA bate recorde: o que mostra o relatório 2025 do FBI IC3 — Perdas reportadas ao FBI chegaram a US$ 20,9 bi em 2025, alta de 26%. Veja os números de fraude de investimento, BEC, cripto e golpes contra idosos.
- Quanto custa um vazamento de dados em 2025: Brasil, EUA e mundo — O custo médio global de um vazamento caiu para US$ 4,44 mi, mas nos EUA bateu US$ 10,22 mi. Veja o dado do Brasil, o peso da IA e o que reduz o prejuízo.
- Ransomware 2025–2026: grupos mais ativos, países e onde está o Brasil — 2025 teve recorde de vítimas de ransomware e de grupos ativos, com o Qilin no topo. Veja os países mais atacados, a posição do Brasil e o que dizem pesquisas.
- LGPD, GDPR e leis dos EUA: multas e prazos de notificação comparados — Brasil exige aviso de vazamento em 3 dias úteis; a UE, em 72 horas; nos EUA, a SEC dá 4 dias úteis. Compare tetos de multa, prazos e o enforcement real.
- Crimes cibernéticos e punições: Brasil, EUA e América Latina — De multas da ANPD a acordos bilionários do DOJ: o que dizem as punições verificadas para crimes digitais, vazamentos e lavagem no Brasil, EUA e América Latina.
- ANPD vira agência reguladora: o que muda para as empresas — A Lei 15.352/2026 transformou a ANPD em agência com autonomia financeira e 200 novos cargos. Veja o que muda na fiscalização da LGPD e do ECA Digital.
- Leis estaduais de privacidade nos EUA: o mapa até 2028 — São 24 estados americanos com leis abrangentes de privacidade, de 2020 a 2028. Veja o calendário de vigência, as multas da Califórnia e o status da lei federal.
- Lavagem de dinheiro: GAFI, recorde do COAF e novas regras de cripto — O GAFI tirou quatro países da lista cinza em outubro de 2026, o COAF bateu recorde de relatórios e o BC apertou regras para cripto. Veja o que muda no Brasil.
- M&A em cibersegurança: o recorde de 2025 e os megadeals de 2026 — 2025 teve US$ 96,1 bi em M&A de cibersegurança. Em 2026 fecharam Wiz, CyberArk e Armis. Veja os números, as teses dos compradores e o que esperar do setor.
- Quem é quem em antifraude no Brasil: Serasa, ClearSale, idwall e unico — A Serasa Experian comprou AllowMe, ClearSale e idwall; a unico vale US$ 2,6 bi. Veja quem são os players de antifraude no Brasil e como o setor se consolida.
- Phishing e deepfakes: os números de 2025 e como identificar — O Brasil teve 553 milhões de phishings bloqueados em um ano e as perdas com deepfake chegaram a US$ 2,5 bi em 2025. Veja os dados e os sinais para identificar.
- As maiores multas de proteção de dados do mundo: GDPR, Coreia e EUA — Da Meta (€ 1,2 bi) à Coupang (KRW 625 bi) e à Equifax (até US$ 700 mi): o ranking das maiores multas e acordos de privacidade e o que levou a cada um deles.
- América Latina: onde os ataques por organização mais crescem — Organizações da América Latina sofreram 3.065 ataques por semana em dezembro de 2025, maior alta entre as regiões. Veja os dados, o papel do Brasil e as causas.
Regulação por país
- Brasil: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Estados Unidos: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- México: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Colômbia: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Chile: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Argentina: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Peru: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Uruguai: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- União Europeia: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Alemanha: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- França: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Itália: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Reino Unido: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Índia: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- China: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Japão: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Singapura: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Coreia do Sul: [object Object] · [object Object] · [object Object]
- Austrália: [object Object] · [object Object] · [object Object]
FAQ
O que é o Cyber Target?
O Cyber Target é um portal independente de inteligência sobre fraudes e golpes, phishing, ransomware, vazamentos de dados, leis de proteção de dados, crimes cibernéticos, lavagem de dinheiro e crimes com cripto, com foco em Brasil e EUA e cobertura de América Latina, Europa e Ásia. Cada item tem o link da fonte original.
Com que frequência o radar de incidentes é atualizado?
O radar é varrido todos os dias de madrugada (horário de Brasília) em busca de novos incidentes públicos, fraudes, multas, mudanças regulatórias e operações policiais.
Qual a diferença entre vazamento de dados e ransomware?
Vazamento é qualquer acesso ou divulgação não autorizada de dados. Ransomware é um programa malicioso que criptografa sistemas e, na maioria dos casos atuais, também rouba dados para extorquir a vítima com a ameaça de publicação — por isso costuma gerar um vazamento.
Quais leis de proteção de dados se aplicam à minha empresa?
Depende de onde você opera e de quem são os dados: LGPD, GDPR europeu, leis estaduais dos EUA, a lei mexicana e outras podem valer ao mesmo tempo. A seção Regulação por país compara leis, autoridades, multas e prazos de notificação.
O que fazer se eu cair no golpe do Pix?
Avise o seu banco imediatamente e peça a contestação pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED), registre boletim de ocorrência e guarde comprovantes e conversas. Quanto antes o pedido, maior a chance de bloquear os valores.
O que é fraude do e-mail corporativo (BEC)?
É quando criminosos se passam por um diretor ou fornecedor por e-mail para desviar um pagamento. Confirmar por telefone já cadastrado e exigir dupla aprovação para troca de dados bancários são os controles mais eficazes.
O que é lavagem de dinheiro e o que é o GAFI?
Lavagem de dinheiro é ocultar a origem criminosa de recursos. O GAFI (Grupo de Ação Financeira) define os padrões globais de prevenção e publica as listas cinza e negra de países com deficiências estratégicas. No Brasil, a unidade de inteligência financeira é o COAF.
Stablecoins são reguladas?
Cada vez mais: a União Europeia regula pelo MiCA, os EUA aprovaram uma lei federal de stablecoins e o Banco Central do Brasil passou a supervisionar as prestadoras de serviços de ativos virtuais. A seção Cripto acompanha as regras por país.
Posso usar os dados do Cyber Target?
Sim. Os dados estão disponíveis em JSON pela API pública e podem ser citados com atribuição ao Cyber Target e link para o portal. Os fatos vêm das fontes originais linkadas.