Skip
CYBER TARGET
EN ▾

Deepfake Check: como saber se videochamada, voz ou imagem é falsa

Checklist guiado para videochamadas, áudios, imagens e mensagens, passos de verificação, ferramentas gratuitas e um inspetor privado de metadados e Content Credentials no navegador.

Chamada ou vídeo

  • Pede dinheiro, Pix, cripto ou cartão-presente — O objetivo da maioria dos deepfakes usados em golpes é uma transferência.
  • Urgência: tem que ser agora — Pressa impede que você confirme por outro canal.
  • Pede sigilo ou para não contar a ninguém — Sigilo isola a vítima de quem poderia perceber o golpe.
  • Veio de número, perfil ou conta nova ou desconhecida — 'Troquei de número' é o começo clássico do golpe.
  • Evita ou adia uma ligação de volta ou encontro — Quem é de verdade aceita ser confirmado.
  • Boca fora de sincronia com a voz — Ajuda, mas modelos novos já sincronizam bem: ausência desse sinal não prova nada.
  • Bordas do rosto, cabelo ou óculos borrados ou tremendo — Artefatos visuais estão cada vez menos confiáveis como prova.
  • Câmera fechada, baixa qualidade ou 'minha câmera está com problema' — Baixa qualidade esconde falhas da manipulação.
  • Reunião com 'várias pessoas' em que só uma fala com você — Golpes já usaram reuniões inteiras com participantes falsos.

Ligação ou áudio

  • Pede dinheiro, Pix, cripto ou cartão-presente — O objetivo da maioria dos deepfakes usados em golpes é uma transferência.
  • Urgência: tem que ser agora — Pressa impede que você confirme por outro canal.
  • Pede sigilo ou para não contar a ninguém — Sigilo isola a vítima de quem poderia perceber o golpe.
  • Veio de número, perfil ou conta nova ou desconhecida — 'Troquei de número' é o começo clássico do golpe.
  • Evita ou adia uma ligação de volta ou encontro — Quem é de verdade aceita ser confirmado.
  • Voz com timbre certo, mas entonação plana ou pausas estranhas — Com poucos segundos de áudio público já é possível clonar uma voz.
  • Chora, grita ou diz que está sendo ameaçado — Emoção forte é usada para você não pensar. A FTC alerta para golpes de 'emergência familiar' com voz clonada.
  • Não responde a uma pergunta pessoal simples — Pergunte algo que só a pessoa real saberia e que não esteja nas redes.
  • Ruído de fundo artificial ou ligação que cai quando você faz perguntas — Sinal fraco, nunca prova sozinho.

Imagem ou documento

  • Comprovante, documento ou foto enviado como prova de pagamento ou identidade — Imagens são fáceis de fabricar; confirme no extrato ou na fonte.
  • Mãos, dentes, texto ou logotipos deformados — Ainda aparece em imagens geradas, mas some nas ferramentas mais novas.
  • Iluminação e sombras inconsistentes — Indício, não prova.
  • Busca reversa mostra a imagem em outro contexto ou data — Foto real usada fora de contexto é tão enganosa quanto uma gerada.
  • Sem Content Credentials quando a fonte diz que usa — A ausência de credenciais não prova falsificação, mas credenciais válidas ajudam a confirmar a origem.
  • Imagem usada para pedir dinheiro, investimento ou dados — Famosos e executivos 'recomendando' investimentos são um padrão comum de golpe.
  • Veio por perfil ou anúncio desconhecido — Confira no canal oficial da pessoa ou empresa.

Mensagem de texto

  • Pede dinheiro, Pix, cripto ou cartão-presente — O objetivo da maioria dos deepfakes usados em golpes é uma transferência.
  • Urgência: tem que ser agora — Pressa impede que você confirme por outro canal.
  • Pede sigilo ou para não contar a ninguém — Sigilo isola a vítima de quem poderia perceber o golpe.
  • Veio de número, perfil ou conta nova ou desconhecida — 'Troquei de número' é o começo clássico do golpe.
  • Evita ou adia uma ligação de volta ou encontro — Quem é de verdade aceita ser confirmado.
  • Diz ser de autoridade, chefe ou familiar e muda para outro app — O FBI alertou para golpes com voz e texto que imitam altos funcionários e levam a conversa para outra plataforma.
  • Link para 'confirmar', 'liberar' ou 'atualizar' algo — Digite o endereço oficial você mesmo em vez de clicar.
  • Erros de escrita ou tom diferente do habitual — Com IA os textos ficam corretos; o tom diferente ainda pode denunciar.
  • Pede código, senha ou token — Ninguém legítimo pede código recebido por SMS.
  1. Desligue e ligue de volta — Use um número que você já tinha, nunca o que veio na ligação ou mensagem.
  2. Use a palavra-código — Combinada pessoalmente com família e equipe; quem não sabe não é quem diz ser.
  3. Faça uma pergunta pessoal — Algo que não esteja em redes sociais nem em vazamentos.
  4. Peça um gesto em vídeo — Virar o rosto de lado ou passar a mão na frente pode expor falhas, mas ferramentas novas já resistem: use como complemento, não como prova.
  5. Confirme por outra pessoa — Fale com um colega, familiar ou a área de segurança antes de agir.
  6. Cheque as Content Credentials — Envie a imagem ou vídeo ao verificador C2PA para ver origem e edições, quando existirem.
  7. Faça busca reversa da imagem — Veja se a foto já circulou antes, em outro contexto.
  8. Na dúvida, não pague — Nenhuma emergência real some porque você levou 10 minutos para confirmar.

EN · PT · ES · FR · ZH · AR